Tradicionalistas católicos e seus sites, que discordam de Francisco e de sua "anti-igreja", que prega um "anti-evangelho", se preparem: Francisco tem apoio de 120 hackers

Publicado no dia 09 Março 2018

De crenças diversas (mas alegam ser todos do "bem", será!?)

09.03.2018 -

n/d

Estes 120 hackers têm o apoio do Papa Francisco

O “hackathon” do Vaticano está voltando esforços para enfrentar questões de inclusão social, diálogo inter-religioso e a crise dos refugiados.

Pela primeira vez, a Igreja Católica Romana organiza um “hackathon” – uma competição em que equipes de todo o mundo irão encontrar soluções tecnológicas para problemas específicos.

Conhecido como VHacks, a competição acontece ao longo de 36 horas entre os dias 8 e 11 de março, e se concentrar em problemas de inclusão social, diálogo inter-religioso e a crise de migrantes e refugiados.

Combinando as palavras “hacking” e “marathon” (traduzindo literalmente, maratona de hackers), um hackathon reúne equipes multidisciplinares (incluindo programadores de computador, designers gráficos e gerentes de projetos) para criar soluções sob uma restrição de tempo. É uma competição, mas amigável.

“VHacks é um apelo à responsabilidade – reunindo pessoas de todas as crenças para abordar questões globais atuais”, dizem os organizadores.

Ainda assim, muitos católicos podem se surpreender com a abertura do Vaticano à atividade, principalmente devido às conotações negativas da palavra “pirataria”.

n/d

“Na mente do público, o hackeamento é algo feito por um grupo de pessoas que tentam invadir computadores, geralmente para propósitos perversos. Podem ser criminosos ou operadores políticos ou pessoas que trabalham para uma empresa adversária ou país que quer causar algum prejuízo. Ou eles poderiam ser espiões”, disse Kevin McKee, assessor de corpo docente da equipe de hackeamento Dos Pueblos High School em Santa Barbara, Califórnia.

“Mas essa é apenas uma pequena faceta do que é o hackeamento”, explicou. “Outra faceta muito mais ampla é que é um sistema onde as pessoas são alertadas e encorajadas a criar novas e emocionantes soluções para os problemas. Frequentemente, os jovens fazem isso de forma organizada chamada hackathons”.

O próprio time de McKee, que ele descreve como “autodidata, auto-organizado e automotivado”, ganhou várias competições e viajou até Nova York para competir.

VHacks é parte de uma missão maior liderada pelo Padre Eric Salobir, da Ordem dos Pregadores Católicos – Ordem Dominicana –, para “promover o diálogo entre o mundo da tecnologia e as humanidades”, disse ele à TheNextWeb.

Ele é um dos fundadores da OPTIC, um grupo de reflexão dedicado a questões éticas e tecnologia. OPTIC está coorganizando o VHacks junto com a Secretaria de Comunicação do Vaticano. O evento também tem o apoio do Pontifício Conselho para a Cultura, a Seção de Migrantes e Refugiados do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, e é preparado por um grupo de estudantes-voluntários de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, sigla em inglês para Massachusetts Institute of Technology).

Os organizadores são inspirados por uma declaração do Papa Francisco: “Quão maravilhoso seria se o crescimento da inovação científica e tecnológica viesse junto com mais igualdade e inclusão social”.

Na verdade, os participantes vêm de todas as origens religiosas e culturais, de 57 universidades e cinco continentes.

Os 120 participantes foram escolhidos “com base em realizações acadêmicas, pensamento inovador e alinhamento com a nossa missão”, disseram os organizadores.

Suas instruções incluem a criação de soluções sob essas categorias:

•Inclusão Social: encontrar formas de incentivar a solidariedade, restaurando o pensamento e os valores centrados no ser humano em nosso mundo cada vez mais digital.

•Diálogo Inter-religioso: apoiar a comunicação aberta entre indivíduos e organizações que representam diferentes fés para criar entendimento mútuo e cooperação construtiva.

•Migrantes e Refugiados: fortalecer, apoiar e mobilizar recursos para migrantes e refugiados para auxiliá-los na deslocalização e integração.

Outros objetivos são “promover a colaboração entre líderes juvenis em diversas origens acadêmicas, étnicas e religiosas e encorajar instituições baseadas em valores a adotarem tecnologias para promover suas missões”.

McKee, da equipe Dos Pueblos High School, afirmou que os participantes da VHacks podem procurar soluções como um aplicativo iPad que calcula automaticamente a quantidade de alimentos necessários para um certo número de pessoas em um campo de refugiados, para a categoria de migrantes e refugiados ou um “sistema de quadro de mensagens onde pessoas de diferentes religiões podem entrar e ter um diálogo on-line através da publicação de pequenos vídeos”, para a categoria de diálogo inter-religioso.

“É preciso muita criatividade para chegar a essas ideias”, disse ele. “Você tem que ter muito conhecimento… Se você não sabe nada sobre os refugiados, você estaria mal preparado. Se você tem vários gênios da informática e surge uma solução para o problema do diálogo inter-religioso e eles não sabem nada sobre religião e fé e quanto isso é importante para as pessoas, provavelmente será uma solução ruim, mesmo que possa ser uma grande solução”.

Uma estudante que participará, como parte de uma equipe de cinco pessoas da Georgetown University em Washington, DC, é Lucy Obus.

“Estou tão animada que o Vaticano, uma instituição tachada de ‘antiquada’, está reconhecendo o valor e a necessidade das tecnologias emergentes na resolução de desafios globais”, disse Obus, que tem treinamento em design gráfico e construção cênica. “Estou ansiosa para… conhecer colegas de todo o mundo que abraçam a tecnologia para promover o desenvolvimento humano”.

O patrocínio do evento vem de empresas de tecnologia como Google, Microsoft e Salesforce e instituições sem fins lucrativos, como a Foundation for Evangelization through the Media (Fundação para a Evangelização através da Mídia), que apoia a Aleteia. Aleteia também é parceira de mídia do evento.

Além disso, o evento inclui uma exposição on-line sobre as implicações do avanço tecnológico no desenvolvimento humano. Os palestrantes são provenientes das principais empresas de tecnologia e instituições do Vaticano. Os participantes selecionados para o hackathon, parceiros corporativos e instituições irão mostrar suas inovações durante o evento, a fim de inspirar os jovens de todo o mundo a colaborar em todas as divisões e usar a tecnologia para abordar questões sociais também.

Mais informações sobre o evento podem ser encontradas na página do Facebook do VHacks; na conta do Instagram e na conta do Twitter.

Fonte: pt.aleteia.org/2018/03/08/estes-120-hackers-tem-o-apoio-do-papa-francisco

Visto em: sinaisdoreino.com.br

===========================

Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Aos que tem sites "cristãos/católicos" e... sabem que em algum momento, podem ser atacados por hackers "maldosos", que apenas se "divertem" em invadir nossos computadores e servidores (que hospedam nossos sites),  ou estão de fato a serviço de "terceiros", comecem a considerar, caso estejam criticando Francisco e sua "anti-igreja revolucionária", que prega um "anti-evangelho", que tal ameaça pode vir de onde vocês menos podem imaginar.

Se no ano de 1968, o então, Papa Paulo VI, declarou:

“Na Igreja também está reinando uma situação de incerteza. Tem-se a sensação que, por alguma abertura, tenha entrado a fumaça de Satanás no Templo de Deus.” – Papa Paulo VI - 30/06/1968 – Osservatore Romano (OR)

Nos dias atuais, essa "Fumaça de Satanás", alcançou de fato seu "vértice/cume".

Em uma carta escrita em 16 de setembro de 1970, Ir. Lúcia de Fátima escreveu “o demônio foi capaz de infiltrar o mal sob o disfarce de bem,” e “o demônio foi bem-sucedido em iludir e enganar as almas que têm muita responsabilidade por causa das posições que ocupam! Eles são cegos guiando cegos”.

Sempre e novamente lembrando...

Declarou Dom Marcel Lefebvre, que foi Arcebispo Emérito de Tulle, na França:

"Quando eu era criança, a Igreja tinha por toda parte, a mesma fé, os mesmos sacramentos, o mesmo sacrifício da missa. Se me houvessem dito então que isto mudaria, eu não teria podido acreditar. Em toda a extensão da cristiandade se rezava a Deus da mesma maneira. A nova religião liberal e modernista semeou a divisão.

Duas religiões (católicas) se afrontam (os conservadores X modernistas); nós nos encontramos numa situação dramática, não é possível deixar de fazer uma escolha, mas esta escolha não é entre a obediência e a desobediência. O que se nos propõe, aquilo a que se nos convida expressamente, porquê nos perseguem, é escolher um simulacro de obediência. O Santo Padre, com efeito, não nos pode pedir que abandonemos nossa fé.

Nós escolhemos então conservá-la e não podemos enganar-nos atendo-nos àquilo que a Igreja ensinou durante dois mil anos. A crise é profunda, sabiamente organizada e dirigida, por sinal que se pode verdadeiramente crer que o chefe do empreendimento não é um homem, mas o próprio Satã. Ora é um golpe magistral de Satã ter chegado a fazer os católicos desobedecerem a toda a tradição em nome da obediência.

A autoridade, mesmo legítima, não pode ordenar um ato repreensível, mau. Ninguém pode obrigar qualquer pessoa a transformar seus votos monásticos em simples promessas. Igualmente ninguém pode fazer que nos tornemos protestantes ou modernistas.

Pois bem, eu não sou desta religião. Não aceito esta nova religião. É uma religião liberal, modernista, que tem seu culto, seus sacerdotes, sua fé, seus catecismos, sua Bíblia ecumênica traduzida em comum por católicos, protestantes, anglicanos (enfim seitas) jogando com pau de dois bicos, dando satisfação a todo o mundo, sacrificando muito freqüentemente a interpretação do magistério. (com as modas e novidades do mundo, para agradar aos homens e não a DEUS)

Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro".

Diz na Sagrada Escritura:

"Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal". (II Tessalonicenses, 2, 10-12)