Jornalista católico Damián Galerón, estudioso em Escatologia: O Anticristo é um político. E o Falso Profeta é um Papa

Publicado no dia 11 Abril 2019

10.04.2019 -

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Por Damián Galerón*

Introdução

É possível, e mesmo provável, para alguns seguramente certo, que o texto a seguir escandalize. Esses assim reagirão por que ignoram. Ignoram as Escrituras, a Tradição e o Magistério, ao menos acerca do que aqui se trata: [no dizer do Pe. Leonardo Castellani, sacerdote-profeta que mereceu um singular elogio do Santo de Pietrelcina] a Esjatologia, assim, com “j”: o estudo das últimas coisas [do grego esjatós].

Por isso, mais que uma nota, optei por introduzir este texto por esta Introdução, também para justificar esta postagem intermediária entre a série de postagens sobre a influência demoníaca na vida atual. Primeiro, porque soube deste vídeo após a postagem de “Falam os exorcistas – parte I”; segundo, porque parte do que aqui é tratado está para ocorrer nesta próxima terça (09); e terceiro, porque um tema está visceralmente ligado ao outro, uma vez que falar das Bestas da Terra e do Mar (Ap XIII) é falar de seu “pai”, o Dragão

Por isso, o intuito desta Introdução será o de apenas lembrar aos que lerão estas linhas, que o que aqui vai dito não é [ao menos não deveria ser] surpresa, pois já nos foi avisado há pelo menos 2000 anos. Na verdade, mais. Mas, da mesma forma como “nos tempos de Noé...” também aqui muitos não quererão dar ouvidos, por pensar que “consigo não”. O que quero dizer é que sempre esperamos lamentar a morte do desconhecido, antes que a do vizinho mais distante, e a deste antes que a do mais próximo; e a deste, antes que a nossa própria; o que no caso em pauta é o mesmo que dizer que não esperamos os acontecimentos aqui ventilados como ocorrendo, não amanhã ou depois, mas hoje... mesmo AGORA. E que a nós também nos atinjam

É preciso esclarecer – como tudo hoje em dia – que em momento algum o autor do texto falará de certezas. Ventilará possibilidades, mas com base em argumentos, e argumentos nada desprezíveis, especialmente aos que foram agraciados com o sacramento do Batismo, e sabem o que significa, e tentam seriamente dele fazer jus.

Por fim, como falei em Escrituras, Tradição e Magistério, lembro, aos que lerão as linhas a seguir – e que advirto o fazerem somente se estiverem imbuídos de um entranhado espírito de piedade, humildade e seriedade para com a Revelação divina – que não deixem estas palavras serem apenas uma “informação” a mais. As indicações de fontes e leituras ao final, dentro das possibilidades de cada um, que as procuremos, pois somente há duas possibilidades, e sendo elas quais forem, sairemos ganhando se não continuarmos negligenciando a história de nossa salvação, “porque os dias são maus” (Ef V, 16): ou estamos de fato da iminência dos fatos, ou eles estão reservados ao futuro... mas um futuro nada distante.

De uma forma ou outra, precisamos, com a premência e seriedade que exigem, nos debruçar sobre os temas esjatológicos, pois se tratam de PROFECIAS, que são “lâmpada para os meus pés... e luz para o meu caminho” (Sl CXVIII, 105). Valendo para os leigos, vale especialmente para os clérigos, que são os pastores do rebanho, que há muito anda disperso e perdido. Não o digo eu, o dizem as colunas da Igreja: “Não desprezeis as profecias. Examinai tudo, retém o que for bom...” (1 Tes V, 20s); “Porque a profecia nunca foi dada pela vontade dos homens, mas os homens santos de Deus (é que) falaram inspirados pelo Espirito Santo.” (2 Pe I, 21); “Bem-aventurado aquele que lê, e ouve as palavras desta profecia, e observa as coisas que nela estão escritas; porque o tempo (da sua realização) está próximo.” (Ap I, 3).

Deus, “pela boca de seus profetas”, não bastassem as Escrituras, como prometido, também nos falou de forma privada, ora pela boca os Santos, ora pela da “Santa das santas”, a Santíssima Virgem Maria. E como diz São Vicente Ferrer, apesar de ter dito que ninguém sabe o dia e a hora, não nos escusou de interpretar [lógico, não segundo o “livre exame” luterano] os sinais dos tempos, chamando aos que não o fazem “hipócritas”.

Nossa senhora Auxílio dos Cristãos: rogai por nós!

Que viva Cristo Rei!

Tradução de Airton Vieira – Há uma notícia que, dada sua natureza considero de máxima importância dá-la a conhecer e torná-la conhecida de todos. E o tema é o seguinte:

Há umas semanas Jared Kushner, genro do presidente norte-americano Donald Trump, judeu ortodoxo de grande influência em Israel, e também no governo norte-americano, comunicou que Israel, depois das eleições gerais que se celebrarão no próximo dia 9 de abril, darão a conhecer ao mundo o Plano de Paz do século, e este plano de paz foi denominado “Plano de Paz e Segurança”. Por favor, atentemos a esta palavra: este plano de paz que Israel irá apresentar ao mundo se denomina Paz e Segurança.

Mas nem tudo acaba aqui. Curiosamente em 13 e 14 de fevereiro do presente ano de 2019, se celebrou na Polônia uma reunião de 62 nações, auspiciada igualmente pelo presidente norte-americano Donald Trump, para chegar a um acordo de paz no Oriente Médio, cujo tema se trata de... “paz e segurança”

A Rússia naturalmente não estava de acordo, então convocou seus aliados a uma reunião paralela, para também tratar de uma forma concreta de uma paz para o O.M., reunindo seus aliados. Estamos falando de Irã, Síria e Turquia. Igualmente esse tratado de paz se denomina “Paz e Segurança”.

Estejamos atentos, porque tudo coincide na palavra. O plano de paz que apresentam estas nações, as grandes potências, é Paz e Segurança.

Pois bem, ante a coincidência de que estas reuniões de caráter geopolítico, celebradas nos últimos meses, todas elas se denominavam “paz e segurança”, me deixou completamente alarmado. Qual o motivo? A questão é que há uma advertência no Evangelho de São Mateus no capítulo 24, se não me falha a memória, no versículo 32, em que Cristo adverte que certamente Israel, que é a figueira – quando Cristo fala da figueira está falando de Israel –, que Israel certamente desapareceria como nação. Isto sucedeu nos anos 70 de nossa era, quando o general Tito, que era comandante em chefe das legiões romanas no que hoje chamamos de O.M, seguindo as ordens do imperador Vespasiano, acabou com o povo judeu, de maneira que os que sobreviveram tiveram de fugir a outros países, a outros lugares do mundo, na chamada “diáspora judia”.

Pois bem, Cristo assim confirma que Israel seria aniquilado. Mas curiosamente também disse e advertiu que isto não seria para sempre, mas que passado os séculos Israel regressaria novamente a sua terra. E efetivamente assim sucedeu: depois de dois mil anos, concretamente no ano de 1948, em 14 de maio deste ano se forma como Estado de Israel ante a Organização das Nações Unidas, um novo Estado. E isto foi decretado pela O.N.U, quem estabelece o novo Estado de Israel pelo decreto resolução 181/1947, de maneira que Israel se converte em um Estado independente, tendo em conta que havia sido uma nação que havia sido extinta.

Cristo, então, segue dizendo que uma vez que Israel se constitua um Estado independente – que, repito, se forma em 1948 –, terá uma prorrogação de 70 anos. Cristo fala de uma geração, não diz 70 anos exatamente, porque uma geração bíblica são 70 anos. E diz que cumprido esse prazo começariam a desencadear os acontecimentos na humanidade. Pois bem, os 70 anos da existência de Israel se cumpriram em 14 de maio do ano passado, 2018. E é a partir daqui que se iniciam as razões do alarme de inteirar-me destes acontecimentos que estamos vivendo. E este alarme é também compartilhado por outros setores, como o dos judeus messiânicos, com os que tenho bastante contato, já que um rabino messiânico me disse que isto é efetivamente assim. Eles estão esperando a chegada de Cristo... Estas comunidades de judeus messiânicos aceitam a Cristo, e eles nestes momentos já estão esperando o retorno de Cristo. Isto é muito curioso, deveras curioso.

Paralelamente a estes acontecimentos, há uma carta de São Paulo, concretamente a primeira carta de São Paulo aos Tessalonicenses, capítulo V, versículos de 1 ao 4 se não me engano[1]. Ali São Paulo diz textualmente: “'Quanto, porém, ao tempo e ao momento não tendes necessidade, irmãos, que vos escrevamos... Porque, quando disserem que há paz e segurança... – repito, porque São Paulo escreve literalmente: Porque, quando disserem que há paz e segurança então lhes sobrevirá uma destruição repentina... e não escaparão.

Como não bastasse, paralelo a este documento de São Paulo o profeta Daniel no capítulo IX adverte que igualmente se fará um acordo de paz entre muitas nações. Daniel afirma literalmente[2]: “E firmará com muitos uma aliança durante uma semana...”, ‘com muitos’ quer dizer, com muitas nações. Daniel então diz [que] quem assinar esse tratado de paz – porque esse tratado de paz será entre os judeus e os muçulmanos –, quem rubrique esse tratado de paz, será o momento em que se manifeste no mundo o Filho da perdição.

Atenção, pois se tratam de palavras maiores... isto são palavras, contudo palavras fiadoras da verdade. Alguém então pode dizer: “Muito bem, de acordo, mas isso pode ser uma interpretação parcial, tendenciosa desse documento.” Sim, efetivamente pode ser, porém sucede que a possibilidade de que seja uma interpretação errônea, ou sectária ou tendenciosa nos apoia em que não é possível um erro em um fenômeno que a humanidade tem vivido nos últimos anos. Se trata das luas de sangue. Nos últimos cinco anos, isto é, entre os anos 2014 e 2019, que estamos agora, vivemos 7 eclipses de luas de sangue... Não há um único registro [que se saiba] de 7 luas de sangue em somente quatro anos. Isto, então, é uma confirmação de que não há possibilidade de estarmos equivocados.

A outra confirmação é a existência dos 70 anos de Israel... em meio a esse acontecimento político surgiu uma trilogia de luas de sangue. A primeira dessa trilogia se produz em 31 de janeiro do ano passado, a seguinte em 27 de julho do ano passado, e a última foi em 21 de janeiro [2019], com a festa de Tu Bishvat judaica, há um par de meses. No meio, na metade desta trilogia de luas de sangue Israel cumpriu os 70 anos de existência... Cristo disse que estes acontecimentos estariam acompanhados de sinais na Lua. E estes sinais só podem ser os eclipses de luas de sangue.

Este plano de paz e segurança que Israel irá apresentar ao mundo ao longo deste mês de abril, possivelmente maio também, é o que o profeta Daniel adverte que quem rubrique esse tratado de paz e segurança – porque São Paulo disse literalmente “paz e segurança” – esse plano... para o Oriente Médio, quem rubrique, repito, esse tratado de paz e segurança é esse personagem – que todavia não sabemos quem é –... se trata de quem os judeus considerem seu Messias, porém os cristãos o chamam o Anticristo.

E aqui há que esclarecer algo. Atenção, por favor, no que vou dizer, porque há demasiada confusão neste tema. Os evangélicos, por exemplo diziam que João Paulo II era o Anticristo, Paulo VI, e que os papas eram o Anticristo, que Ronald Reagan, esse ou aquele político eram o Anticristo. Sinto, mas isso tudo são tolices. Há que ir ao texto original, que é o de São João, em Apocalipse capítulo XIII. São João disse claramente que o Falso Profeta surge da terra, e na simbologia profética apocalíptica a terra simboliza o poder religioso, portanto São João está afirmando que o Falso Profeta surge da máxima figura religiosa. Qual é a máxima figura religiosa a nível mundial? Roma, quer dizer, o Papa. Portanto São João confirma que o Falso Profeta surge do interior da Igreja Católica. Isto o confirma também alguns profetas e santos como é o caso do arcebispo de Nova Iorque Fulton Sheen, que fez um trabalho magistral sobre quem seria o Falso Profeta[3].

Fulton Sheen, que certamente está em processo de beatificação, afirma que dentro da Igreja Católica surgirá um personagem que conseguirá chegar ao mais alto do poder, ou seja, a Papa, e este Papa seria o Falso Profeta. Eu confirmo totalmente o que disse Fulton Sheen, e outros profetas, porque isto está anunciado em documentos proféticos nos últimos mil anos.

Mas São João também confirma [que] o Anticristo surge do mar. O mar, na simbologia apocalíptica simboliza literalmente o poder político, repito, o poder político, sim, o mundo político, a corrupção política, nos tratados das nações, nos presidentes... daí surge o Anticristo. O Anticristo é um político. E o Falso Profeta é um Papa. Sinto, mas isto é assim.

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E não cedo uma virgula no que estou dizendo. Por isso digo: muita atenção a este tratado de paz que haverá agora em Israel, porque foi confirmado pelas reuniões geopolíticas que houveram entre Donald Trump e muitas nações, Vladimir Putin por outro lado: todos têm confirmado, curiosamente, a palavra paz e segurança.

Esta é a reflexão que gostaria de comunicar, porque estou falando e consultando os documentos. Atenção ao que vem, atenção ao Plano de Paz e Segurança que Israel apresentará, porque tudo confirma que este personagem misterioso ao qual São Paulo chama o Mistério da Iniquidade, este personagem estaria já por aparecer. Quem é, não o sabemos. Todos sabem que é um político, mas um político que arrastará o mundo ao desastre.

São Paulo, então, o repito por última vez, São Paulo confirma que quando escutemos falar de paz e segurança, atenção!, porque em seguida vem o desastre... por isso [há que] “recarregar as baterias”. Insisto e peço a todos que são crentes: preparemo-nos, dediquemos tempo à oração e a que Deus nos dê discernimento, igual que entendimento, porque a gente pensa que isto vai se solucionar.. não, não, não... sabemos todos que isto está se tornando muito complicado, a recessão econômica é cada vez mais complicada, o sistema político... em todos os lugares está se complicando cada vez mais.

Atenção! Recarreguemos as baterias porque isto tudo está sendo posto em marcha, porém, repito uma vez mais: atenção ao que irá suceder no Oriente Médio com o plano de paz e segurança que Israel irá apresentar! Atenção, porque aí começa tudo...

* Jornalista católico espanhol, estudioso em Escatologia.

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Algumas fontes de consulta para entender o momento presente:

1)     El fin de los tiempos y siete autores modernos – de Alfredo Sáenz, S.J (com possível publicação em português para breve. Caso contrário, o disponibilizarei até o final do mês em versão PDF)

2)     Os Sermões de São Vicente Ferrer sobre o Juízo Final e o Anticristo. Editora Martyria. Pedidos pelo site: http://loja.cursoscatolicos.com.br/http://loja.cursoscatolicos.com.br/

3)     A época presente como provavelmente a última do mundo, de S. Antônio Maria Claret. Pedidos pelo site acima ou em contato com este tradutor.

4)     Mãe de Deus e Nossa Mãe – Fátima, Amsterdam e Garabandal, de Santiago Lanús. PDF em contato com este tradutor.

5)     O Anticristo nos Padres da Igreja. PDF pela internet ou em contato com este tradutor.

6)     Quatro Sermões sobre o Anticristo, do
Cardeal John Henry Newman. Ed. O Boi mudo.

Visto em: romadesempre.blogspot.com

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Lembrando o Padre Leonardo Castellani: O Homem do Pecado (anticristo) tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado. Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira.

“O Homem do Pecado tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado... Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira, o governo puramente exterior e tirânico, a “Liberdade” desenfreada dos prazeres e diversões, a exploração do homem; e seu modo de proceder hipócrita e sem misericórdia. Haverá em seu Reino uma estrondosa alegria falsa e exterior, cobrindo o mais profundo desespero. Em seu tempo acontecerão os mais estranhos distúrbios cósmicos, como se os elementos se houvessem revoltado. A humanidade estará numa grande expectativa e reinará grande confusão e dissipação entre os homens. Rompidos os laços de família, de amizade, de lealdade e bom relacionamento, os homens não poderão confiar em ninguém, e correrá no mundo como um tremor frio, um universal e ímpio “salve-se quem puder”. Será atropelado o que há de mais sagrado e nenhuma palavra terá mais fé, nem pacto algum terá vigor, senão pela força. A caridade heróica de alguns fiéis, transformada em amizade até a morte, manterá no mundo ilhotas de fé; porém mesmo ali, ela estará continuamente ameaçada pela traição e pela espionagem". (Padre Leonardo Castellani 1899-1981, Los Papeles de Benjamin Benavides)

Devo também lembrar as palavras do Padre Emanuel, ainda no século XIX, em seu escrito: O Drama do Fim dos Tempos.

“Estas são as marcas da vinda do Anticristo:

Quando os velhos não tiverem nem bom senso nem prudência,
Quando os cristãos estiverem sem fé,
Quando os cristãos estiverem sem amor, eles falarão de amor, mas não terão amor pelo próximo,
Quando os ricos forem sem misericórdia.
Quando os jovens não tiverem respeito,
Quando as mulheres tiverem perdido o pudor,
Quando, no casamento, não houver mais continência,
Quando os clérigos forem sem honra e sem santidade,
Quando os religiosos não tiverem verdade nem austeridade, sacerdotes bispos e padres, serão homens frívolos, completamente incapazes de distinguir entre o caminho da direita e o da esquerda,
Quando os bispos não tiverem piedade. As igrejas serão privadas de pastores piedosos e tementes a Deus, e infelizes dos cristãos que estiverem na terra nesses momentos! Perderão a fé, porque não haverá mais quem lhes mostre a luz da verdade,
Quando os governantes da terra não tiverem nenhuma misericórdia”.

Em outras palavras, estas são as marcas, os sinais claros, que o anticristo está as portas do mundo, prestes a surgir no cenário mundial, para dar inicio ao complemento final do Apocalipse.

Todas estas marcas acima descritas, podemos ver claramente em nossos dias.

Diz na Sagrada Escritura:

"Como se não bastasse terem errado acerca do conhecimento de Deus, embora passando a vida numa longa luta de ignorância, eles dão o nome de paz a um estado tão infeliz. Com efeito, sacrificando seus filhos, celebrando mistérios ocultos, ou entregando-se a orgias desenfreadas de religiões exóticas, eles já não guardam a honestidade nem na vida nem no casamento, mas um faz desaparecer o outro pelo ardil, ou o ultraja pelo adultério. Tudo está numa confusão completa - sangue, homicídio, furto, fraude, corrupção, deslealdade, revolta, perjúrio, perseguição dos bons, esquecimento dos benefícios, contaminação das almas, perversão dos sexos, instabilidade das uniões, adultérios e impudicícias". (Sabedoria 14)