Médico sul-africano é proibido de praticar medicina após dizer à paciente que um "Feto é um Humano"

Publicado no dia 02 Setembro 2019

02.09.2019 -

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Um médico sul-africano está sendo acusado de conduta não profissional depois de contar a uma mulher fatos científicos sobre os nascituros.

Segundo o site Sowetan Live, Jacques de Vos teria dito a uma paciente que "um feto é um humano" e afirmou que o aborto mata um humano. Depois que De Vos declarou esses fatos científicos, ele perdeu seu emprego e ele foi proibido de praticar medicina.

De Vos agora está enfrentando quatro acusações de conduta não profissional do Conselho de Profissões da Saúde da África do Sul em uma investigação que começou nesta semana. Segundo o relatório, De Vos supostamente "violou" a "autonomia do paciente com suas declarações anti-aborto".

"Baseado em ideologia, não em fatos científicos"

O diretor de Educação e Pesquisa da SPUC, Dr. Anthony McCarthy, descreveu as acusações como "baseadas em ideologia, não em fatos científicos".

McCarthy disse: "Do ponto de vista científico, a questão de quando uma nova vida humana começa é relativamente incontroversa. A vida humana começa na fertilização como uma única célula. A concepção marca uma mudança das células produzidas pelo pai e pela mãe para uma célula com um genoma humano completo que constitui um novo ser humano".

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Ele continuou: "A vida não-nascida no útero é indubitavelmente humana, e as evidências para isso são esmagadoras. Como os pais são humanos - pertencentes à espécie  Homo sapiens -  e o embrião é orientado a crescer como eles, o novo ser vivo também é humano. Essa nova vida é obviamente muito jovem e muito pequena, mas não é menos humana do que somos agora.

"Do ponto de vista científico e médico, os fatos declarados por Jacques de Vos são indubitavelmente verdadeiros."

A vilificação continuada da comunidade pró-vida?

Com o início da investigação contra De Vos, houve especulações de que as acusações feitas contra ele fazem parte das crescentes tentativas de difamar pessoas pró-vida em toda a sociedade.

Ao longo do ano, a SPUC tem relatado sobre a escalada da mídia e ataques legais contra indivíduos pró-vida. Segundo a SPUC, esses ataques são uma tentativa de eliminar qualquer presença visível na comunidade pró-vida na sociedade e incluem ataques legais destinados a censurar o discurso pró-vida.

Visto em: www.anovaordemmundial.com

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Lembrando as palavras de Santa Teresa de Calcutá

“Mas eu sinto que o maior destruidor da paz hoje é o aborto, porque Jesus disse: 'Qualquer um que recebe uma criança em meu nome, me recebe.

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Portanto, cada aborto é uma recusa de receber Jesus. É, na verdade, uma guerra contra a criança – um assassinato direto da criança inocente – assassinada pela própria mãe. E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo sua própria criança, como nós podemos dizer para outras pessoas que não matem uns aos outros?"

Diz na Sagrada Escritura:

"Ouvi a palavra do Senhor, filhos de Israel! Porque o Senhor está em litígio com os habitantes da terra. Não há sinceridade nem bondade, nem conhecimento de Deus na terra. Juram falso, assassinam, roubam, cometem adultério, usam de violência e acumulam homicídio sobre homicídio. Por isso, a terra está de luto e todos os seus habitantes perecem; os animais selvagens, as aves do céu, e até mesmo os peixes do mar desaparecem". (Oséias 4, 1-3)

"Por que me perguntas a respeito do que se deve fazer de bom? Só Deus é bom. Se queres entrar na vida, observa os mandamentos". (São Mateus 19,17)

"Conheces os mandamentos: não mates; não cometas adultério; não furtes; não digas falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe". (São Marcos 10,19)

"O Quinto mandamento, não matarás. O aborto mata, portanto é um homicídio, o pior do pior, é que a mamãe mata a seu filho, que não pode se defender".