A Marca da Besta oficialmente chegando ao Brasil: Brasileiro implanta biochip no corpo

Publicado no dia 17 Dezembro 2014

17.12.2014 -

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Pessoas integradas a máquinas, um chip instalado dentro do corpo humano. Aquilo que antes parecia conto de ficção científica começa a ganhar contornos de realidade no Brasil, mais especialmente em Belo Horizonte, onde mora Raphael Bastos, de 28 anos. “Sou o primeiro brasileiro a implantar o biochip”, diz ele. A peça, de tamanho semelhante a um grão de arroz, foi colocada sob a pele de sua mão em maio deste ano e usa a conhecida tecnologia RFID, ou identificação por radiofrequência, na sigla em inglês. E proporciona certos “poderes mágicos”, como abrir portas e catracas apenas aproximando as mãos.

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“Estou configurado em três portarias diferentes e, das primeiras vezes, os porteiros ficaram tão impressionados que tive de ficar duas horas explicando como funciona”, diz ele. Existe um certo clima futurístico em passar por catracas emitindo sinais pelas mãos, mas o mecanismo de ativação é bastante simples e usa uma tecnologia empregada há décadas, por exemplo, na identificação de animais. Basta se comunicar com uma base transmissora.

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Já o implante em humanos vem sendo testado desde os anos de 1990, mas o assunto ganhou novo fôlego a partir de 2005, quando o norte-americano Amal Graafstra passou a usar os chips e se tornar, com o tempo, importante interlocutor internacional do biohacking, apresentado como a “próxima fase da evolução humana” (leia entrevista com Graafstra). Nos EUA, ele fundou a Dangerous Things, start up que vende os biochips, e buscou parceiros pelo mundo. Teve boa aceitação em hacker spaces, espaço comunitário em que pessoas de diversas áreas podem trocar conhecimento e experiência para construir algo juntos, um deles no Brasil.

Foi no Area 31, hacker space instalado na Casa do Estudante da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que Raphael Bastos teve contato com os biochips da Dangerous Things pela primeira vez, em 2013. “O Amal enviou três amostras e fizemos diversos testes, de resistência e de esmagamento. Só depois de muita pesquisa, resolvi implantar o biochip”, diz Bastos, que conhecia a tecnologia desde os tempos de faculdade de engenharia eletrônica, mas encontrou real motivação dentro do hacker space e decidiu fundar, ao lado de dois sócios, uma empresa para distribuir o biochip no país.

“Até agora vendemos mais ou menos 20, que foi o primeiro lote recebido. Mas foi por encomenda, porque o site da empresa ainda não está no ar. Estamos começando e esperando um novo pacote de biochips dos Estados Unidos”, diz Bastos, que não teve notícia de outra pessoa que tenha colocado o chip no corpo no Brasil até o momento. “Só conheço duas pessoas que fazem o implante e custa caro, são R$ 600 aqui em Belo Horizonte. Acho que as pessoas ainda estão testando a tecnologia para depois decidir.”

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Enquanto o novo negócio não decola, Raphael Bastos propaga o biohacking no Brasil e acredita em um próximo passo da evolução humana integrada com as máquinas. “Depois de colocar o biochip, me considero um ciborgue (híbrido de humanos e máquinas), mas isto não é novo, porque o marca-passo existe há décadas e quem usa o aparelho também é ciborgue”, diz ele, certo de que as funções dos biochips podem ir muito além das catracas.

“Se uma pessoa está sozinha, sofre um acidente na estrada, fica inconsciente e os bombeiros não conseguem achar a carteira de motorista enquanto a vítima perde sangue, um biochip com as informações desta pessoa, como o tipo sanguíneo, pode salvar a vida dela”, defende Bastos. Por isso, ele sonha com a criação de uma extensa base de dados integrada a chips implantados. “Seria um tipo de CPF digital e faria muita diferença”, diz.

Claro que a criação de tal sistema depende de experiência e desenvolvimento, mas Bastos se prepara aplicando os testes em seu próprio corpo. “No começo é um pouco estranho, mas depois de uns 20 dias você acostuma completamente”, diz ele. “Tenho a sensação de que já estou um passo à frente dos outros”.

Fonte: Dell Tecnologias noticias

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Nota de www.rainhamaria.com.br

Lembrando noticia tembém recente....

14.12.2014 -Suecos fazem festas do implante de chip nos seus corpos e dizem: Essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes

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Suecos fazem 'festas do implante' para se transformar em ciborgues. Entusiastas da tecnologia usam chips que permitem abrir portas sem chave e destravar celulares

Já era noite em Estocolmo quando um grupo de oito pessoas chegou ao Swahili Bobs, um estúdio de tatuagem nos becos escuros do bairro de Sodermalm.

Durante o dia, eles são empresários de tecnologia, estudantes, web designers e consultores de TI, mas, naquela noite, eles seriam transformados em ciborgues.

Pode parecer o início de um romance de ficção científica, mas é um relato de acontecimentos reais, protagonizados pelo biohacker Hannes Sjoblad.

Ele organizou o que chama de "festa do implante", que aconteceu no final de novembro e foi um de muitos eventos semelhantes. Durante o encontro, oito voluntários recebem implantes com um pequeno chip de identificação por rádiofrequência (RFID) sob a pele da mão. Sjoblad também tem um.

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Ele ainda está pensando pequeno. Tem o plano de conseguir até 100 voluntários nos próximos meses, com 50 implantes já realizados. Mas sua visão para o futuro é muito maior.

"Vamos chegar a mil, depois a 10 mil. Estou convencido de que essa tecnologia veio para ficar e, em breve, não vamos achar estranho ter implantes em nossas mãos."

Portas abertas

Sjoblad encontra voluntários nas redes sociais e comunidades de hackers na Suécia – pessoas que estão acostumadas a "brincar" com tecnologia.

No momento, o chip implantado na mão age somente como interface de segurança, permitindo que os usuários abram as portas de suas casas sem a chave.

Para fazer isso, no entanto, eles precisam comprar fechaduras novas, que atualmente são caras.

Com um uma pequena adaptação para telefones Android, o implante também consegue desbloqueá-los. Mas há potencial para muito mais funções.

"Acho que estamos apenas começando a descobrir o que podemos fazer com isso. (O chip) tem um potencial muito grande para registrar toda a vida de uma pessoa", diz Sjoblad.

"Com os aplicativos para registrar exerícios e rotinas alimentares que as pessoas estão usando, você precisa digitar tudo o que come ou onde está indo. Mas ao invés de inserir os dados no meu telefone, posso passar meu implante por ele e ele saberá que estou indo dormir."

Ele vai mais além: "Imagine que sensores em uma academia possam reconhecer, por exemplo, quem está segurando um haltere pelo chip na sua mão".

"Vivemos a explosão da internet das coisas – logo haverá sensores ao meu redor que me permitam registrar minhas atividades em relação a eles", acredita.

Homem e máquina

Cada vez mais, as fronteiras entre humanos e máquinas vão sendo borradas. Pessoas que perderam membros já recebem novos membros biônicos, que estão cada vez mais sofisticados. Ninguém acha estranho ter um quadril artificial ou fazer cirurgia a laser para corrigir problemas na visão.

No ano passado, o Google lançou lentes de contato que podem monitorar os níveis de glucose de seu usuário, em uma tentativa de fornecer diagnósticos mais rápidos e melhores para diabéticos.

Os acessórios – desde relógios inteligentes a dispositivos como o bracelete Up, que coleta dados sobre a atividade física do usuário – ficam cada vez mais sofisticados ao monitorar uma série de funções corporais, desde os batimentos cardíacos e o consumo de calorias até os padrões de sono.

Mais algumas empresas já pensam além disso. É o caso da BioStamp, uma tatuagem digital desenvolvida pela empresa americana MC10.

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Ela pode ser estampada diretamente no corpo e coleta dados sobre a temperatura corporal, os níveis de hidratação, a exposição a raios UV e outros. Assim como acontece com outros acessórios, os dados podem ser enviados a smartphones.

Outra empresa americana, Proteus, criou uma pílula com um sensor embutido, que funciona em conjunto com uma espécie de adesivo usado na pele e, quando engolida, pode medir uma série de funções corporais.

"Essas coisas já estão aqui, a pergunta real é se elas podem funcionar melhor estando na nossa pele ou dentro de nós – e uma das grandes vantagens delas é que não podemos esquecê-las em casa, como um telefone ou um bracelete", diz David Wood, diretor do grupo London Futurists, que debate cenários radicais para os próximos 40 anos.

 Wood acha que os implantes ainda não estão prontos para o grande público, mas acredita que esse é o momento perfeito para um debate sobre o tema.

"Anos atrás havia muito medo das vacinas e agora parece perfeitamente normal injetar outras células em nosso corpo. Isso é um exemplo primitivo de biohacking", afirma.

Hannes Sjoblad também espera que sua "festa do implante" gere um debate sobre nosso possível futuro como ciborgues.

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"A ideia é virar uma comunidade, é por isso que fazemos os implantes juntos. As pessoas ficam unidas pela experiência e começam a fazer perguntas sobre o que significa ser homem e máquina", diz.

Para aqueles que decidem deixar de ser ciborgues, o procedimento que Sjoblad realiza para implantar os chips é reversível e dura apenas cinco minutos. Mas ele não pretende remover o seu.

"(O implante) É divertido, é algo que faz as pessoas puxarem papo. Ele abre discussões interessantes sobre o que é ser humano. Não serve só para abrir portas."

Fonte: UOL noticias

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Comentário Publicado em 01.04.2014

Nota de www.rainhamaria.com.br

Por Dilson Kutscher

Há cerca de 18 anos atrás, eu comecei a esclarecer na internet sobre a chamada "Marca da Besta".

Na época fui ironizado, zombado, disseram que eu era um louco, que estava assistindo muitos filmes de ficção, que era um fanático religioso, que inventava teorias da conspiração, enfim....eram muitos emails me criticando.

Hoje, percebo claramente, que com videos, noticias, artigos e fatos, existe um espanto e silêncio de muitos que me criticavam, ironizavam e zombavam, do que eu esclarecia naquela época.

Sempre foi assim, a maioria faz pouco caso das Profecias da Sagrada Escritura, mas, quando os fatos profetizados começam a ficar visiveis aos olhos, então, vem a surpresa, o espanto e o temor.

Mas, se a "salvação" de muitos tiver que infelizmente vir pela dor e o temor, que seja!!!

Diz na Sagrada Escritura:

"Teus dias estarão em segurança. A sabedoria e o conhecimento garantem a salvação, e o temor do Senhor será o seu tesouro". (Isaías 33, 6)

Você achou que era mais uma teoria da conspiração? Coisa de fanáticos religiosos?

A Marca da Besta é real e a cada dia invade a vida das pessoas,, que a aceitarão como uma maravilhosa novidade do mundo moderno. Milhares de familias ricas e poderosas já estão todas implantadas com este microchip.

Vou dizer novamente:

Assim, a Elite da Nova Ordem Mundial, vai concretizando seu plano maligno de dominação Global. Uma medida aqui outra acolá e essas disfarçadas NOVIDADES para o povo, tudo com o pretexto de visar melhorias para a humanidade.  Implantam chip para ajudar os médicos com seus pacientes na area da saude, depois para beneficiar quem tem medo de sequestros, recentemente controlar ex-detentos de atividades suspeitas. Também recentemente monitorar estudantes nas escolas. Até para ter livre acesso em Casas noturnas, discotecas e shows o tal implante vai se tornando obrigatório.. Mas, a verdadeira finalidade do tal chip, escravizar os seus cidadãos.

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“Ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12, 12)

A maioria da humanidade vai cair na armadilha que essa ELITE GLOBALISTA preparou há anos, pouco a pouco vão levando o GADO (que somos nós, cidadãos comuns) para a marcação definitiva. Não seremos mais um cidadão com nome e sobrenome, mas sim, um número a mais no COMPUTADOR DELES.  Levando-se em conta que a maioria da humanidade tem uma queda pelas novidades que o Mundo oferece, a missão DELES de CONTROLAR TUDO será facilitada.

Enfim, Gado marcado, Gado obediente e feliz. O tão sonhado mundo perfeito. Será?

Diz ainda na Sagrada Escritura:

“Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos tivessem um sinal na mão direita e na fronte , e que ninguém pudesse comprar ou vender se não fosse marcado com o nome da fera ou com o numero do seu nome “ (Apocalipse 13,16 e 17)

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"Um terceiro anjo seguiu-os, dizendo em alta voz: Se alguém adorar a Fera e a sua imagem, e aceitar o seu sinal na fronte ou na mão, há de beber também o vinho da cólera divina, o vinho puro deitado no cálice da sua ira. Será atormentado pelo fogo e pelo enxofre diante dos seus santos anjos e do Cordeiro" (Ap 14, 9-10)